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Show do rapper Matuê é interrompido em Santos por tiroteio; uma pessoa foi baleada

Um tiroteio interrompeu o show do rapper Matuê na casa noturna de Santos, Vallum Garden, no litoral paulista, na noite deste sábado, 07. O cantor não se feriu, mas uma pessoa que estava na plateia foi atingida e encaminhada para o hospital. Ainda durante a madrugada, Matuê usou suas redes sociais para falar sobre o caso. “Tá tudo bem galera, a gente saiu da festa de boa. Não sei o porquê, nem como foi ou como foi [que começou o tiroteio]. Nós tivemos que sair porque a situação estava feia. Eu nem ouvi, por causa do som alto, alguém me puxou e disse ‘tá rolando tiroteio’ e eu saí. Bizarro”, disse o artista, que ainda lamentou o ocorrido e desejou melhoras à vítima. “Um sujeito teve uma desavença e estragou o show de todo mundo. Não é isso que vai mudar meu carinho por Santos. Ainda vou voltar e estou mandando força para o mano que foi baleado. Espero que dê tudo certo”, finalizou. A DZ9 Eventos, que organizou o show na casa noturna, emitiu comunicado dizendo que o local tem alvará de funcionamento e a evacuação do público foi realizada de maneira total e segura. A ambulância do local prestou os primeiros socorros à vítima. “Os disparos vieram, provavelmente, de uma possível briga envolvendo um policial que estava na condição de frequentador do evento, porém não podemos dar mais informações por ainda estarem sendo apurados os fatos”, disseram. A Jovem Pan entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), mas não obteve resposta.

Número de mortes por covid no Brasil pode ter sido 18% maior em 2020, estimam cientistas

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Os números oficiais de mortes por covid-19 no Brasil já colocam o país no segundo lugar mundial daqueles com maior número de vítimas no planeta, atrás apenas dos Estados Unidos.

Mas, de acordo com uma pesquisa recém-publicada, esse número na realidade é provavelmente maior, já que há evidências de muitas subnotificações.

Pesquisadores brasileiros estimaram que, em 2020, primeiro ano da pandemia, o número de mortes no país foi pelo menos 18% maior do que o registrado oficialmente — segundo os cálculos deles, os óbitos naquele ano passariam dos 206.624 contabilizados para 243.787, uma diferença de mais 37.163 vidas perdidas.

Os resultados foram publicados nesta quinta-feira (5/5) na revista científica internacional PLOS Global Public Health.

Esse número foi estimado para todo o país a partir de uma pesquisa detalhada que os cientistas fizeram sobre 1.365 mortes ocorridas entre fevereiro e junho de 2020 em Belo Horizonte (MG), Natal (RN) e Salvador (BA).

Nas declarações de óbitos destes casos, constava como causa da morte a síndrome respiratória aguda grave (SRAG); pneumonia; sepse; insuficiência respiratória; ou óbito a esclarecer (ou seja, não foi possível definir uma causa).

São quadros de saúde típicos do desenrolar de uma covid-19 grave, mas a citação à covid-19 não constava nessas declarações de óbito.
A desconfiança era a de que esses casos pudessem ter sido decorrentes da covid-19, embora não tenham sido declarados como tal.

Médicos, então, investigaram informações sobre essas mortes em bancos de dados de saúde, prontuários, laudos periciais, entre outros. Eles concluíram, então, que 23,4% dos 1.365 óbitos investigados eram, na verdade, de covid-19 — apesar da doença não estar nas declarações de óbito em questão.

Considerando diferentes faixas etárias, a subnotificação se mostrou maior entre os idosos: dos casos de pessoas que morreram com 0 a 59 anos, 17,3% foram reclassificados pela equipe como covid-19; daquelas com mais de 60 anos, 25,5%.

As declarações de óbitos, preenchidas por médicos, abastecem os dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.

Esta é, segundo os autores do estudo, a melhor fonte de dados no país para investigar causas específicas de mortes, mas foi impactada pela pandemia — sobretudo pela falta de testes no país e pelo excesso de trabalho para os profissionais de saúde, como os médicos que preenchem as declarações de óbitos.

“Às vezes, o paciente teve covid, mas o médico não recebeu os exames laboratoriais de confirmação a tempo, então declara somente a pneumonia, a síndrome respiratória aguda grave ou insuficiência respiratória”, exemplifica Elisabeth França, médica epidemiologista, líder do estudo e professora convidada do Programa de Pós-graduação em Saúde Pública da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

Qualidade das informações
A partir da investigação nos três municípios, a equipe estimou os dados da subnotificação de covid-19 no país todo considerando os registros para cada Estado de óbitos documentados como causados por SRAG, pneumonia, sepse, insuficiência respiratória ou óbito a esclarecer. Ou seja, a proporção de casos subnotificados de covid-19 encontrados em Belo Horizonte, Natal e Salvador foi replicada para todo o país.

A subnotificação detectada no país foi maior entre os mais idosos e nas cidades do interior, na comparação com capitais.

Segundo a equipe, o percentual de 18% mortes adicionais por covid-19 em 2020 é conservador, e na realidade deve ser maior.
Um dos motivos para isso é que os cientistas não investigaram outras causas que também podem ser decorrentes da infecção causada pelo coronavírus, como a doença pulmonar obstrutiva crônica.

Além disso, foram considerados óbitos registrados no SIM, ou seja, aqueles que podem ter ficado de fora do sistema não foram investigados.

Elisabeth França explica que o SIM é um bom sistema, com cobertura satisfatória. — ou seja, grande parte das mortes que ocorrem no país de fato são incluídas lá. Entretanto, de acordo com a epidemiologista, é preciso aperfeiçoar a qualidade dos dados, como a especificidade da causa da morte.

O artigo publicado chama a atenção também para a necessidade de treinar os médicos para o preenchimento adequado das declarações de óbito. Essas lacunas já existiam no Brasil antes da covid-19, e foram acentuadas na pandemia.

“Se você tem uma melhor qualidade das informações sobre causas de morte, é possível direcionar melhor as intervenções na saúde pública”, explica a médica.
O artigo científico publicado nesta quinta-feira é assinado por pesquisadores de Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Bahia, e teve financiamento da organização internacional Vital Strategies, vinculada à iniciativa para dados em saúde da Bloomberg Philanthropies.

Guedes defende redução no IPI e diz que imposto é ‘contra a indústria brasileira’

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta segunda-feira (9) que o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) é um tributo “contra a indústria brasileira”.

Ele participou do lançamento do Monitor de Investimentos, plataforma digital desenvolvida em parceria entre o ministério e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) com apoio financeiro do governo britânico.

“Desindustrializamos o Brasil nos ultimo 30, 40 anos [com o IPI]. Na reforma tributária, inclusive, ele acabava, convergindo para o modelo da OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, grupo de nações desenvolvidas que o governo fez pedido de ingresso]”, afirmou.

Como diz o nome, o IPI incide sobre os produtos industrializados. A tributação é repassada ao consumidor. O imposto possui várias alíquotas, variando, em sua maior parte, de zero a 30%, mas pode chegar a 300% no caso de produtos nocivos à saúde, como cigarros com tabaco.

O governo federal busca, com a redução do IPI, dar fôlego para a indústria e estimular a economia, que sofre com baixo crescimento, inflação e desemprego. Pelos decretos, alguns produtos tiveram redução de 25% no IPI e outros chegam a 35%.

Decisão do STF
A declaração do ministro da Economia vem após decisão, tomada na última sexta-feira (6), pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal Federal (STF), de suspender a redução do IPI para produtos de todo o país que também são produzidos pela Zona Franca de Manaus. A decisão do ministro é cautelar (provisória).

Moraes acolheu pedido do partido Solidariedade. A sigla argumentou que reduzir o IPI para produtos de todo o país que concorrem com o da Zona Franca reduz a vantagem dos artigos de Manaus, que já contam com desoneração. Isso, segundo o Solidariedade, afeta o desenvolvimento da região e a preservação ambiental.

O corte adicional de IPI, agora suspenso por Moraes, beneficiava empresas externas à Zona Franca de Manaus em setores que concorrem com a produção da região, como calçados, tecidos, artigos de metalurgia, aparelhos de TV e de som, armas, móveis, brinquedos e máquinas.

O governo do Amazonas também é contra os decretos de redução do IPI assinados pelo governo federal e vinha tentando costurar um acordo com o Palácio do Planalto para evitar a medida.

Reforma tributária
Em 2020, na primeira etapa da proposta de reforma tributária, o governo chegou a dizer que o IPI seria substituído por um imposto seletivo sobre cigarros e bebidas alcoólicas. A proposta, porém, ainda está sendo debatida no Congresso Nacional.

Apelidado na ocasião pelo ministro Guedes de imposto sobre o “pecado”, o imposto seletivo em discussão incidiria sobre cigarros e bebidas alcoólicas, que apresentam as chamada “externalidades negativas”— ou seja, causam efeitos colaterais sobre os consumidores e, consequentemente, oneram o serviço público de saúde.

Além da redução do IPI, o ministro da Economia também defendeu, nesta segunda-feira, o que ele chamou de “programa de crescimento verde” do governo, além nossa reforma do Imposto de Renda, que passou na Câmara dos Deputados mas que segue paralisada no Senado Federal.

“Temos de reduzir os impostos sobre as empresas, que baixam no mundo e sobem no Brasil há 40 anos. A hora é agora, já aprovamos na Câmara, está travada no Senado. Podemos fazer uma versão mais enxuta, tributando super ricos e baixando tributo sobre as empresas. A ideia era baixar [o IR das empresas] de 34% para 26% no primeiro momento”, afirmou.

Investimentos
Sobre investimentos, tema da palestra proferida pelo ministro da Economia, Guedes afirmou que o modelo baseado em investimentos públicos acabou, pois levou à corrupção na política e à estagnação na economia.

Ele voltou a defender um modelo baseado em investimentos privados, impulsionado por concessões, privatizações e mudanças dos chamados marcos regulatórios (lei e normas).

Com a regra do teto de gastos, que limita o crescimento da maior parte das despesas à inflação do ano anterior, os investimentos públicos vêm sendo limitados nos últimos anos. Em 2021, atingiram o menor nível em 17 anos.

” Já temos contratados R$ 860 bilhões em compromissos de investimentos em concessões, privatizações. Com as reformas de marcos regulatórios, saneamento, gás natural, telecom 5G, o Brasil se transformou na maior fronteira de investimentos do mundo, na hora em que o mundo pede para investimentos em segurança alimentar e energético”, declarou.

Segundo ele, em um momento que o mundo concentra esforços na busca por segurança alimentar e energética, em meio às tensões da guerra na Ucrânia, o Brasil “está dizendo que está aberto a esses investimentos”. Para o ministro, o monitor de investimentos que está sendo lançado nesta segunda-feira ajudará a contabilizar os investimentos do setor privado na economia.

Saiba como valorizar o funcionário da sua farmácia sem, necessariamente, aumentar seu salário

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Valorizar mais o funcionário é o objetivo das empresas dos mais diversos setores mundo afora. Afinal de contas, assim como acredita Manoel Conde Neto, isso garante não somente a retenção dos mesmos, como o fortalecimento de uma cultura mais humanizada da empresa. No entanto, essa valorização não precisa acontecer apenas por meio do aumento no salário, por isso, se você quer saber como realizá-la entre os funcionários da sua farmácia, você precisa ler este artigo até o fim.

No entanto, antes de mais nada, vale ressaltar que para Manoel Conde Neto, proprietário da Farma Conde, isso não quer dizer que o aumento no salário de seus funcionários não seja importante, pelo contrário, ele é necessário. Mas, neste caso, a ideia é que a valorização de funcionários não ocorra somente através disso, uma vez que outros elementos como um bom ambiente organizacional e benefícios também devem ser cogitados e implementados.

Ofereça aprimoramento profissional

Talvez, uma das coisas mais frustrantes para um funcionário seja a impossibilidade de aprimoramento profissional. Isso porque, apesar de não ser novidade a necessidade de sempre se atualizar, há quem não tenha tempo suficiente para isso, como é o caso da grande parte dos profissionais de farmácia, afinal, eles possuem uma escala de trabalho densa e diferenciada. 

Por esse motivo, o empresário Manoel Conde Neto entende que oferecer aprimoramento profissional durante o próprio período de trabalho dos seus colaboradores é um grande incentivo, seja pelo fato de poder fugir um pouco da rotina, seja pelo fato de agregar mais conhecimentos. De toda forma, ambos — farmácia e colaborador — sairão ganhando. Bacana, não é mesmo?

Ofereça benefícios

Quem não se sente atraído diante de ofertas de emprego que oferecem vale-refeição e/ou alimentação, convênio médico, odontológico e outros benefícios, não é mesmo? Pois é, para Manoel Conde Neto essa atração não acontece à toa, pelo contrário, acontece por um grande motivo: a necessidade dos trabalhadores. Afinal de contas, alimentação e saúde, dois direitos básicos, quando oferecidos pelo empregador, poupam o funcionário de gastos e os ajudam a direcionar seu dinheiro a outras necessidades. Percebe como é importante?

Reconheça o bom trabalho

Finalmente, reconhecer o bom trabalho dos seus colaboradores é essencial para motivá-los e fazer com que eles se sintam mais valorizados. Por essa razão, o proprietário da Farma Conde compreende que para reconhecer o bom trabalho de um funcionário na sua farmácia, há diversas formas, as quais vão desde oferecer prêmios e benefícios diante de atingimentos de metas/indicadores até a propagação dos bons feitos entre os outros. Simples e super eficaz, viu?

Entenda o impacto da famosa Lipo LAD no padrão de beleza feminino

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Você com certeza já deve ter ouvido falar na famosa “Lipo LAD”, realizada por diversas influencers, sendo a mais polêmica a Virgínia Fonseca. O médico cirurgião plástico Julio Cesar Yoshimura, explica que o procedimento estético tornou-se moda entre as famosas, mas pouco se fala sobre os riscos tanto físicos quanto mentais e complicações atreladas a ela. 

Nesse artigo falaremos acerca do procedimento estético, enfatizando seus riscos cirúrgicos e discutindo como esse método implica de forma direta na estética feminina. Como explica o cirurgião plástico Julio Cesar Yoshimura, a cirurgia plástica de lipoaspiração HD consiste em retirar camadas superficiais de gordura do corpo, de modo a garantir definição muscular. Todavia, todo procedimento possui riscos evidentes, como foi o caso da influenciadora Liliane Amorim que acabou falecendo após a cirurgia, em decorrência de uma perfuração intestinal – abrindo dúvidas a certa dessa intervenção cirúrgica. 

Diante dessa perspectiva, vê-se que há um grande impulso por partes dos famosos em demonstrar os procedimentos estéticos realizados, como forma de “incentivar” seu público e de certa forma ilustrar o antes e depois da transformação corporal. Entretanto, como visualiza o médico Julio Cesar Yoshimura, o público que recebe essas postagens acabam recebendo uma realidade inacessível, que dificilmente será alcançada se não for por fins lucrativos. Além de que, o método é exposto como algo totalmente confiável e simples de resolver, sem que haja riscos e consequências.

Nesse contexto, é papel do influenciador digital conscientizar seu público-alvo acerca dos detalhes desse tipo de procedimento. Dessa forma, há certo incentivo compulsório dado às mulheres, consequência dos padrões de beleza impostos pela sociedade, que acabam realizando uma pressão estética sob o público feminino, que sem informações concretas acabam se submetendo a tudo que visualizam no meio virtual, por acharem perfeito.

Portanto, o Dr. Julio Cesar Yoshimura comenta, por fim, que é de extrema necessidade que o público, principalmente, feminino se atente ao ambiente virtual que está exposto, pois de certa forma acaba influenciando negativamente na própria aceitação estética – algo que é contraditoriamente motivado nesse meio. Sendo assim, compreender que seguir a estética a todo custo possui um preço é o primeiro passo para entender que a saúde deve ser a prioridade e que o corpo ideal deve estar em consonância com a nossa realidade.